Rah ou Raíssa, como preferir. Aqui é uma espécie de refúgio, onde eu posso traduzir algumas partes de mim, das ideias, dos dias, das pessoas; um espaço meu que está aberto a quem se identificar. As palavras têm forças independentes, mágicas... E se não posso usar minha voz para atingir a todos, escrevo.
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