Novo pedaço

12:27 PM

Ah, os medos. Medos, inseguranças, desconhecido, incertezas, medos novamente... Quem nunca sentiu que atire a primeira pedra. Eu especificamente sou medrosa, insegura até certo ponto, como todo ser humano, arriscar-se ou quando a situação parece arriscada, dá medo. Hoje me sinto assustada, medrosa, desconfiada, insegura... Tanto sentimento rondando por tão pouco, já que a confiança grita aqui dentro. Peço que Deus mande seu espírito pra me abraçar, me confortar, porque há dias em que só Ele pode me fazer bem. É incrível como uma pessoa é capaz de mudar tudo, pro bem ou pro mal, basta alguma atitude, de uma única pessoa. Não cometo o mesmo erro mais de uma vez, e eu sei que sempre estivemos a esperar por isso. A oportunidade que a vida dá é única, eu to agarrando essa com todas as minhas forças. Seria tão bom se a gente pudesse espantar o medo quando ele chegasse, dizer “tenho confiança e você não é bem vindo aqui”, mas não é tão fácil... O medo é um instinto humano; movido pela segurança que tentamos ter, pela proteção natural, ou por traumas, por medo de que algo ruim aconteça de novo. Bom, nesses anos de vida eu tomei como lição de que os defeitos, aliás, as características de cada um existem, e devemos entender. Ninguém pode prever o futuro, mas se a gente quiser podemos mudar o presente, e fazer desse futuro a melhor coisa. Aquela velha coisa, quem sabe faz a hora e não espera acontecer. Eu vivo batendo nessa tecla, de que tudo é incerto, por maior que seja a confiança em que depositamos, não podemos prever nada nos próximos minutos ou dias, meses e anos. Só nos resta fechar os olhos e se entregar no que acreditamos. Enfim, hoje eu sei que as coisas são bem mais complexas do que pensamos, e que a paciência... Ah, a paciência é mesmo um dom. Acho que aprender a ser paciente é a chave de tudo. Também acho que os assuntos se perderam, mas não importa, querendo ou não tudo chega no mesmo lugar, tudo está incluído aqui dentro. A manhã já se foi, e o dia ainda será longo, também vou indo... Vou indo te esperar, como sempre havia de estar.

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