Thi(s love)... ago IV

3:08 PM

Tenho me sentido sozinha ultimamente, aliás, sozinha não, tenho me sentido largada, injustiçada. Esses dias têm sido difíceis demais, quase uma prova de sobrevivência silenciosa, porque aparentemente minha capa é só sorriso, claro, preciso disso pelo menos, mas pode dentro só eu seu a dor que há. Eu não sei como devo me sentir, mas sei que entre os sentimentos, acho que orgulho de mim mesma cai bem. Sou uma sentimental nata, só consigo pensar se o coração estiver incluído. Bom, eu tenho sido até forte, por assim dizer, só choro quando fica insustentável e meus gritos são abafados pela superficialidade alheia. Enfim, não quero culpar ninguém, afinal todos têm sua própria sobrecarga de dores, amores, alegrias, derrotas, etc. Parei pra pensar que, se tratando do meu amor, aquele de que eu tanto falo, não há possibilidade de desistência ou acomodação, não há como evitar. Se tratando do que eu amo não aceito um “não”. Dificilmente me dou por vencida, ainda mais levando em conta essa vontade de lutar que persiste dentro de mim. Por algo que é a motivação dos meus sorrisos eu não posso colocar sentimentos mesquinhos à frente, não cabe ser assim. Orgulho, mágoa, nada disso existe no meu mundo, aliás, desconheço seus significados. Amor de verdade é amor sempre, eu acredito numa velha e poderosa coisa – o tempo. O tempo se encarrega de muitas coisas. A vida é curta demais para gastar com “e se...”, “será que devo...”, comigo não existe tempo para isso, preciso, quero, espero! As pessoas podem até usar de artifícios e meios de fuga, mas sentimentos verdadeiros se reconhecem de um jeito ou de outro, sempre.

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